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5 dicas para ter uma calendário editorial

Manter uma periodicidade e uma lógica na postagem de conteúdo na Internet é de extrema importância para o sucesso de um blog ou de um site.

Ter um calendário organizado e bem planejado ajuda o Publisher a manter a dinâmica com seu público ativada e constante.

De nada adianta ter um conteúdo de qualidade se a frequência de publicação não segue uma estratégia pré-estabelecida e pensada para otimizar visitas e interação.

O Spider.Blog preparou cinco dicas básicas que vão te ajudar a estabelecer um calendário editorial que não desperdice seu conteúdo!

1) Não confie na memória: se você tem ideias para a produção de um conteúdo futuro anote essas ideias em termos gerais para que, quando for se aprofundar, elas estejam apontadas pelo menos em linhas gerais. Assim, você não perde bons insights que podem gerar um bom texto ou vídeo.

2) Veja a floresta e não somente árvore: com um calendário editorial você consegue ter uma boa visão daquilo que foi publicado e uma previsão do que pode ser publicado. Assim, você consegue ter uma unidade de pensamento e de discurso mais coerente e não corre o risco de ser repetitivo.

3) Vamos comemorar: fique de olho nas datas comemorativas, nas efemérides e nos feriados longos, como o carnaval, por exemplo. Essas datas se prestam para textos mais curtos, congratulações e mensagens de impacto. Nos feriados longos, a taxa de leitura cai, mas nem por isso os posts devem ser interrompidos. Apenas a frequência e o objetivo devem ser revistos e adequados.

4) Proibido atrasar: Há conteúdos que não podem atrasar, como um texto sobre o lançamento de um produto ou uma discussão sobre algo que está “quente” nas redes. Mas há conteúdos “frios” que podem ser postergados para a entrega de outros mais urgentes. Tenha sempre um ou mais na “gaveta” para não correr risco de não postar e assim frustrar sua audiência.

5) Ferramentas para que te quero: use as ferramentas disponíveis para te ajudar a organizar as postagens: o Google Calendar, Trello, Editorial Calendar e CoSchedule (plugins do WordPress) e Content Tools são boas opções disponíveis.

 

 

Eu, robô!

Não é de hoje que empresas como Google, Facebook e Microsoft estão voltaram olhos e mentes para a inteligência artificial. Computadores que tomam decisões, robôs que interagem com seres humanos e os chatbots, ou softwares de resposta automática, se preferir, estão cada vez mais sofisticados. A inteligência artificial está próxima de nós. E nem percebemos isso no nosso dia a dia.

Quer um exemplo? Serviços de streaming de música, como o Spotify, conseguem, a partir de alguns algoritmos, entender os hábitos do ouvinte e assim sugerir novos artistas e músicas conforme seu gosto musical. Prefere dicas de séries e filmes? A Netflix está aí para isso. A Netflix e a Inteligência Artificial, é claro.

Já “bateu um papo” com a Siri, a assistente pessoal do sistema iOS? Experimente pedir para ela cantar uma marchinha de carnaval…Ela vai cantar “Ó Abre Alas”, um clássico carnavalesco.

Ah, mas isso é muito simples, você pode estar pensando. Então, que tal os experimentos nos carros autômatos, que equipados com GPS, câmeras e radares reconhecem placas podem frear no sinal fechado?

Mas como tudo isso impacta o mundo como o entendemos? Há muitas questões que envolvem a Inteligência Artificial e governos e empresas vêm discutindo suas implicações éticas e sociais.

O que podemos ou devemos fazer é acompanhar as inovações de forma criteriosa e tirar proveito delas pessoalmente e profissionalmente quando possível.

No Marketing por exemplo, as ferramentas de acompanhamento de vendas e de atendimento, o Big Data, a Internet das Coisas e tantas outras inovações são primas da Inteligência Artificial. E são excelentes para alcançar resultados, eficiência e produtividade.

E,convenhamos, quanto mais inteligência no Marketing e na vida, melhor !

Muito prazer, meu nome é Inovação Disruptiva !

Muito prazer, meu nome é Inovação Disruptiva !

Se você não sabe o que é disrupção ou inovação disruptiva é melhor aprender logo. O termo foi criado pelo professor Clayton Christensen da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e é usado quando inovações conseguem oferecer produtos e serviços mais acessíveis, criando um novo mercado consumidor e assim desestabilizando as empresas antes líderes do setor.

Exemplos? Telefones celulares massacrando os telefones fixos, a Wikipedia que deixou para trás as clássicas enciclopédias de papel, o Airbnb, o desespero do setor hoteleiro no mundo, a Netflix que transformou a forma de se assistir a produções audiovisuais…

Casos não faltam!

As tecnologias disruptivas podem ter qualidade menor do que aquelas já estabelecidas – por exemplo, os primórdios dos vídeos rudimentares postados no Youtube – mas rapidamente ganham espaço, por seu caráter democrático, e são apropriadas por pessoas e outras empresas e vão se tornando cada vez mais qualificadas e abrangentes.

Especialistas dizem em coro que a disrupção depende da criatividade e da capacidade de sair da zona de conforto, confrontando estratégias estabelecidas e arriscando novas ações. Ou seja, mesmo em dimensões menores, qualquer empresa ou profissional pode implementar ações disruptivas que – se não vão mudar todo um mercado – vão ajudar a tornar as estratégias empresariais mais eficazes.

Para o Marketing, ações disruptiivas podem acontecer em projetos visuais ousados, utilização de novas ferramentas de comunicação, produção de vídeos segmentados, utilização de conteúdo de qualidade e focado no público-alvo.

Mas nenhuma dessas ferramentas é novidade, você deve estar pensando.

Realmente, a novidade será a capacidade de empresas e sobretudo pessoas de utiliza-las de forma criativa, tornando a comunicação mais engajada, que fale com as pessoas olho no olho, que foque em seus valores e em suas emoções.

Ás vezes, para ser disruptivo basta um pouco imaginação e ousadia.

Vamos falar de Inboud Marketing ?

Cada vez mais relevante nas ações de marketing do mercado brasileiro o Inboud Marketing nada mais é do que uma forma de atrair e fidelizar os clientes. Em tradução livre quer dizer “marketing de atração”.

Ou seja, ao invés de dispensar recursos e energia para ir atrás dos clientes, com o marketing de atração empresas e marcas procuram despertar o interesse das pessoas por meio de conteúdo de qualidade.

Para que o as ações de Inboud Marketing sejam eficazes, o conteúdo produzido deve ser relevante para o público que se quer alcançar. Para tanto, é necessário entender quais os interesses desse público, suas preferências e anseios.

Esse conteúdo pode ser produzido dentro de “casa”, por profissionais que entendam do riscado, e publicado em sites e blogs proprietários. Mas ele também pode ser produzido por publishers e publicado em blogs especializados e segmentados.

Quer dizer, se uma empresa deseja, por exemplo, aumentar suas vendas de vinho rosé no verão, uma boa matéria em um blog especializado em bebidas falando sobre suas propriedades refrescantes, dando dicas de harmonização e contando um pouco de sua história pode incentivar o consumidor a trocar “aquela cervejinha” por uma boa taça de rosé.

Hoje há uma diversidade enorme de blogs segmentados de qualidade, com conteúdo otimizado e que geram um excelente trafego.

Ou seja, além de conhecer seu público-alvo, conhecer quem fala com eles com propriedade e eficiência é fundamental para uma boa estratégia de Inboud Marketing para empresas e marcas.

 

Quais são as tendências no mundo digital em 2017 ?

O Spider.Blog preparou uma compilação do que pode ser tendência no mundo digital segundo especialistas e empresas de consultoria e pesquisa, que afirmam que muitas das tecnologias em voga em 2016 terão seu uso ampliado neste ano.

Confira!

Tendências para 2017

Internet das Coisas:a interação e sinergia entre devices aumentarão ainda mais as interfaces de distribuição de conteúdo.

Microinfluenciadores: serão valorizados influenciadores que possuem uma média de seguidores menor, mas qualificada.

Chatbots: os sistemas de inteligência artificial utilizados para interagir com humanos devem ser aperfeiçoados.

Data Insight: profissionais de marketing e comunicação começam a perceber que podem extrair informações de aplicativos como o Waze e Google Maps,

Realidade Aumentada: aumenta a importância da interação entre espaços real e virtual.

Vídeo First: termo publicado em 2016 por Mark Zuckerberg para anunciar os números de consumo de vídeos nas plataformas: terá um peso grande na comunicação em social media.

Realidade Mista: a junção de Realidade Aumentada e Virtual e Internet das Coisas, deve gerar um ambiente relevante para as marcas e profissionais de marketing.

Big data: será utilizada para entender o consumidor e assim melhorar a performance de mídia e a produção do conteúdo.

Marketing de conteúdo: deve se destacar em blogs e outras mídias sociais.

Mobile marketing: versão móvel alternativa de um site ou web design responsivo para proporcionar uma experiência positiva para os usuários em um dispositivo móvel.

“Concentre-se em aprender e não em acreditar”

Essa famosa frase do cientista Albert Einstein (Concentre-se em aprender e não em acreditar) é muito bem-vinda quando chegamos ao fim de um ano: época em que analisamos o que passou e planejamos o que virá.

Pensando nisso, que, apesar de acreditar ser importante, aprender é fundamental, o Spider.Blog preparou uma breve retrospectiva dos principais acontecimentos no mercado em 2016.

Entendendo o que passou, certamente conseguiremos enfrentar os desafios que nos aguardam!

Que venha 2017!

Breve retrospectiva de 2016

● As agências buscaram novas fontes de receita, focando esforços em tecnologia, dados, e-commerce e conteúdo.

● A TV buscou estar cada vez mais conectada com a web.

● O YouTube foi uma das das plataformas que ganhou mais destaque: 85 milhões de brasileiros assistem a vídeos online e 82 milhões destes são através do YouTube.

● Youtubres : cinco das dez celebridades mais influentes entre os adolescentes brasileiros são youtubers.

● Notícias falsas chamaram mais atenção do que fatos reais e colocou na pauta a responsabilidade das plataformas na distribuição de notícias.

●. As principais aquisições — Time Warner pela AT&T; LinkedIn pela Microsoft; e Yahoo pela Verizon mostram uma migração da infraestrutura para conteúdo e a força das mídias sociais.

●Snapchat: a plataforma atingiu a marca de 150 milhões de usuários ativos, além de ter chamado a atenção de publishers e marcas interessadas em se comunicar com millennials.

●O Facebook assumiu erros no cálculo de métricas e prometeu construir novas diretrizes de mensuração e audiência.

● O fenômeno “Pokémon Go” expôs o uso da realidade aumentada em jogos e aplicativos.

● O branded content, e live marketing estão e devem continua em alta.

Troca-se um CPF por um desconto !

Você compartilha dados pessoais em troca de descontos e ofertas ou informações e novidades sobre um produto? Se respondeu sim, você não está sozinho.

Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Meio e Mensagem mostrou que quase 90% dos entrevistados mostraram-se dispostos a revelar seus dados, desde que em contrapartida recebam vantagens como descontos e ofertas exclusivas, ou pontos em programas de fidelidade. Em 2013, apenas 39% dos inquiridos admitiam essa troca.

Idade ou classe também não é mais um empecilho. Ainda segundo o estudo, brasileiros de todas as gerações são receptivos ao compartilhamento de informações e não somente os mais jovens.

Informações e novidades sobre produtos e serviços e sugestões baseadas em gostos pessoais, também são bem-vindas.

Segundo analistas, o consumidor já está maduro e se sente seguro para compartilhar CPF ou dados pessoais e sabe que a empresa os usará de alguma forma.

Se houver uma contrapartida no compartilhamento de dados, os consumidores respondem: por que não?

 

Senta que lá vem história!

Hoje o nosso assunto é sobre Storytelling, que vem a ser a técnica de contar uma história que seja envolvente e que toque de alguma maneira o leitor ou espectador.

Quem não se lembra de, quando criança, ouvir entusiasmado aventuras de heróis e personagens fantásticos, que incendiavam a imaginação por dias e noites.

Então, Storytelling é isso: transformar mensagens em uma jornada que interesse o receptor, envolvendo sua percepção, bagagem de vida e desejos dentro daquilo que você quer comunicar.

Pode ser um testemunho pessoal, uma peça de ficção ou mesmo uma ação de marketing.

Para isso, algumas técnicas são fundamentais, além da sensibilidade e talento do narrador.

Pra começar, o importante é saber para quem se quer falar e o que se quer falar. Fácil?

Agora é hora de pensar no seu roteiro, ou seja, quem é o protagonista dessa história, onde ela acontece, quando ela se desenrola e qual o seu enredo, quer dizer qual a sucessão de acontecimentos.  Feito?

Bom, agora vamos falar de alguns macetes para a sua história tocar de vez aquele que te ouve ou lê:

Aposte na introdução, ela é o convite que diz: embarque até o fim nessa viagem;

Crie empatia com sua audiência. Mas o que é empatia exatamente? Resumindo é a capacidade se sentir o que outra pessoa sentiria. Emocione seu interlocutor de alguma maneira. Para comunicação, isso é essencial;

Procure introduzir uma problemática, um desafio: isso cria curiosidade e vinculo;

Resolução: se há problema, há resolução. Mesmo que essa resolução não seja a eliminação de todo e qualquer obstáculo. Ela pode ser figurada, imaginada, projetada no futuro e até mesmo inconclusa, como acontece nos filmes que projetam uma continuação.

Com essas dicas, agora é hora de praticar: senta e escreve uma história !

A Black Friday está chegando!

O dia 25 de novembro está chegando e com ele a Black Friday!

A grande data do varejo online, que no ano passado movimentou mais de R$ 1,5 bilhão, com mais de 3 milhões de pedidos, deve chegar em 2016 a cerca de R$ 2 bilhões, segundo mapeamento realizado pelo idealizador do evento no Brasil.  A expectativa é de o número de pedidos chegue a 4 milhões.

Como se trata de um período muito curto de promoções, o planejamento é fundamental para o incremento das visitas e vendas. Campanhas de alto impacto, bem direcionadas, segmentadas e contextualizadas são essenciais.

E fique ligado: segundo o idealizador as principais intenções de compras são relativas a produtos com maior valor agregado e de desejo. Os destaques são: smartphones, televisores, notebooks e eletrodomésticos.

 

 

Spider inova ao oferecer publicidade tridimensional em todos os formatos e suportes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O 360º Interactive cria uma visualização original para o usuário, que pode “passear” virtualmente pela peça usando o mouse ou apenas movendo seu Gadget.

Conte a sua história de forma poderosa e completa ao proporcionar a sua audiência um passeio imersivo e interativo que valoriza poderosamente produtos e marcar.