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Um influenciador pra chamar de seu !

Já há muito tempo os influenciadores digitais entraram na órbita do mercado publicitário e do dia a dia das pessoas. Copiar um look de uma blogueira, conhecer aquele restaurante indicado por um expert em gastronomia ou prestar atenção a um tema porque o discurso está na boca de um youtuber admirado são ações cotidianas de milhões e milhões de pessoas em todo o mundo.

Como sempre acontece, novidades se consolidam e hoje o mercado de influenciadores está cada vez mais profissionalizado e segmentado. Não basta ter uma câmera na mão e um certo talento em comunicar ou uma legião de seguidores para que um influenciador tenha sucesso na rede ou alcance o objetivo de marcas e empresas.

É preciso analisar corretamente quais são esses objetivos e traçar uma estratégia para que ele seja alcançado. Há no mercado empresas especializadas em fazer isso, como a Buzz.Ad (www.buzz.ad), entre outras.

Quando se contrata uma empresa especializada, após o briefing do cliente, uma equipe de profissionais especializada analisa qual o tipo de influenciador ideal para transmitir a mensagem da marca e do produto.

Não se analisa somente o nome que será escolhido, mas sim, qual o tipo de influenciador ideal: macro, micro ou everiday influencer. Também são pesados expectativa de engajamento e capacidade de investimento.

O macro é aquele que tem uma base muito extensa de seguidores, o que é ótimo, pois obtém uma exposição grande, mas o custo da ação pode inibir anunciantes com budget mais restrito. Como resolver? Uma opção é o micro influenciador, que detém a confiança de sua audiência e, portanto, embora propiciem menos exposição, conseguem um bom engajamento, pois apesar de ter uma base menor seus seguidores são fiéis.

Já os everiday influencers são os apaixonados por uma marca, produto ou serviço, que voluntariamente os divulgam propagando suas qualidades e especificidades. Aqui, o ideal é monitora-los, identifica-los e chama-los para perto.

Como se vê influenciar é preciso. E efetivo. Basta saber escolher bem a empresa que vai te conectar com aquele que vai falar sobre sua marca ou empresa.

                                                                      

Beacon: o que é essa nova tecnologia ?

Que tal chegar em um lugar e receber promoções personalizadas? Ou então, comandar um pedido em um restaurante diretamente do seu celular, sem precisar falar com um atendente?

Essas e outras ações já são possíveis graças ao iBeacon. Idealizados pela Apple, Beacons são dispositivos de geolocalização para lugares fechados. Um sistema de proximidade que permite a localização de smartphones com alta precisão.

Com o iBeacon é possível enviar notificações de promoções ou até fazer check-in em redes sociais. Também é possível identificar em qual setor da loja o visitante se demorou mais.  Com essas informações, promoções e ofertas podem ser direcionadas. E o melhor, com mais eficácia.

Muito comum em museus, os Beacons são utilizados para fornecer informações sobre as exposições e obras, proporcionando uma visita mais interativa e interessante. No cinema, automaticamente, os clientes podem receber dados sobre os filmes em cartaz. Para o setor de turismo, coordenadas sobre a cidade, transporte, pontos de atração seguem diretamente para o turista.

Já para o setores de Educação e saúde, a tecnologia ajuda a medir a frequencia dos alunos e pode substituir o prontuário médico.

Ah, tem também por setor de corretagem…um imóvel com a placa para alugar e voilá todas as informações no smartphone…

Como vimos as utilizações para o ibeacon são diversas e ainda estão começando.

Pensem em como usar iBeacons em zoológicos, shows, parques temáticos, padarias, cafés e divirtam-se e por que não,se possível, ganhem dinheiro com isso.

Algoritmos das redes sociais: modo de usar

Já foi o tempo que as redes sociais recebiam milhões de postagens por dia. As cifras já passaram de bilhões de novas inserções diárias. Uma montanha enorme de posts, fotos, vídeos e twittes espalhados por aí e ávidos por alguém que os leia, veja, compartilhe.

Os assuntos? Dos mais variados possíveis. Tem de tudo na rede, não é?

Então como são selecionadas cada inserção para que elas apareçam – ou desapareçam – no feed de cada usuário!

Elementar, meu caro leitor: algoritmos fazem esse trabalho.

Mas os algoritmos funcionam igualmente em todas as plataformas?  A resposta é não!

Então, resumidamente, vão saber como eles operam em cada rede social:

Facebook: Podemos dizer que a rede é praticamente um jornal personalizado, onde o usuário recebe em seu feed notícias e postagem de seu interesse. O botão curtir tem muito a ver com isso, claro. Em 2016 vieram os emoticons com reações. Tudo isso vai apurando a perspectiva sobre o usuário. O que ele gosta, odeia, o que o emociona etc.

Além disso, a rede permite que se escolha quais as postagens o usuário quer ver primeiro. Bingo, mais uma pista sobre seus desejos. Deixar de ver uma publicação e o unfollow? Mais pistas.

Com base nesse histórico os algoritmos conseguem “prever” se uma publicação será curtida, clicada ou comentada ou se vai ser classificado como spam.

Twitter: Para não perder twittes o usuários pode escolher entre ver os mais relevantes ou em ordem cronológica: “enquanto você esteve ausente” ou “os melhores twittes primeiro”. A primeira opção é desejável para quem acessa pouco a rede.  Na segunda, o que vale é um cálculo sobre o que seria mais relevante para aquele usuário.

Instagram: A partir do novo algoritmo, a ordem das publicações no feed do Instagram passou a ser definida segundo os seguintes critérios: número de curtidas e comentários, nível de interação com o usuário da origem do post; horário da publicação e para quem o usuário envia mensagens diretas e qual o tipo de conteúdo compartilhado.

5 dicas para ter uma calendário editorial

Manter uma periodicidade e uma lógica na postagem de conteúdo na Internet é de extrema importância para o sucesso de um blog ou de um site.

Ter um calendário organizado e bem planejado ajuda o Publisher a manter a dinâmica com seu público ativada e constante.

De nada adianta ter um conteúdo de qualidade se a frequência de publicação não segue uma estratégia pré-estabelecida e pensada para otimizar visitas e interação.

O Spider.Blog preparou cinco dicas básicas que vão te ajudar a estabelecer um calendário editorial que não desperdice seu conteúdo!

1) Não confie na memória: se você tem ideias para a produção de um conteúdo futuro anote essas ideias em termos gerais para que, quando for se aprofundar, elas estejam apontadas pelo menos em linhas gerais. Assim, você não perde bons insights que podem gerar um bom texto ou vídeo.

2) Veja a floresta e não somente árvore: com um calendário editorial você consegue ter uma boa visão daquilo que foi publicado e uma previsão do que pode ser publicado. Assim, você consegue ter uma unidade de pensamento e de discurso mais coerente e não corre o risco de ser repetitivo.

3) Vamos comemorar: fique de olho nas datas comemorativas, nas efemérides e nos feriados longos, como o carnaval, por exemplo. Essas datas se prestam para textos mais curtos, congratulações e mensagens de impacto. Nos feriados longos, a taxa de leitura cai, mas nem por isso os posts devem ser interrompidos. Apenas a frequência e o objetivo devem ser revistos e adequados.

4) Proibido atrasar: Há conteúdos que não podem atrasar, como um texto sobre o lançamento de um produto ou uma discussão sobre algo que está “quente” nas redes. Mas há conteúdos “frios” que podem ser postergados para a entrega de outros mais urgentes. Tenha sempre um ou mais na “gaveta” para não correr risco de não postar e assim frustrar sua audiência.

5) Ferramentas para que te quero: use as ferramentas disponíveis para te ajudar a organizar as postagens: o Google Calendar, Trello, Editorial Calendar e CoSchedule (plugins do WordPress) e Content Tools são boas opções disponíveis.

 

 

Eu, robô!

Não é de hoje que empresas como Google, Facebook e Microsoft estão voltaram olhos e mentes para a inteligência artificial. Computadores que tomam decisões, robôs que interagem com seres humanos e os chatbots, ou softwares de resposta automática, se preferir, estão cada vez mais sofisticados. A inteligência artificial está próxima de nós. E nem percebemos isso no nosso dia a dia.

Quer um exemplo? Serviços de streaming de música, como o Spotify, conseguem, a partir de alguns algoritmos, entender os hábitos do ouvinte e assim sugerir novos artistas e músicas conforme seu gosto musical. Prefere dicas de séries e filmes? A Netflix está aí para isso. A Netflix e a Inteligência Artificial, é claro.

Já “bateu um papo” com a Siri, a assistente pessoal do sistema iOS? Experimente pedir para ela cantar uma marchinha de carnaval…Ela vai cantar “Ó Abre Alas”, um clássico carnavalesco.

Ah, mas isso é muito simples, você pode estar pensando. Então, que tal os experimentos nos carros autômatos, que equipados com GPS, câmeras e radares reconhecem placas podem frear no sinal fechado?

Mas como tudo isso impacta o mundo como o entendemos? Há muitas questões que envolvem a Inteligência Artificial e governos e empresas vêm discutindo suas implicações éticas e sociais.

O que podemos ou devemos fazer é acompanhar as inovações de forma criteriosa e tirar proveito delas pessoalmente e profissionalmente quando possível.

No Marketing por exemplo, as ferramentas de acompanhamento de vendas e de atendimento, o Big Data, a Internet das Coisas e tantas outras inovações são primas da Inteligência Artificial. E são excelentes para alcançar resultados, eficiência e produtividade.

E,convenhamos, quanto mais inteligência no Marketing e na vida, melhor !

Muito prazer, meu nome é Inovação Disruptiva !

Muito prazer, meu nome é Inovação Disruptiva !

Se você não sabe o que é disrupção ou inovação disruptiva é melhor aprender logo. O termo foi criado pelo professor Clayton Christensen da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e é usado quando inovações conseguem oferecer produtos e serviços mais acessíveis, criando um novo mercado consumidor e assim desestabilizando as empresas antes líderes do setor.

Exemplos? Telefones celulares massacrando os telefones fixos, a Wikipedia que deixou para trás as clássicas enciclopédias de papel, o Airbnb, o desespero do setor hoteleiro no mundo, a Netflix que transformou a forma de se assistir a produções audiovisuais…

Casos não faltam!

As tecnologias disruptivas podem ter qualidade menor do que aquelas já estabelecidas – por exemplo, os primórdios dos vídeos rudimentares postados no Youtube – mas rapidamente ganham espaço, por seu caráter democrático, e são apropriadas por pessoas e outras empresas e vão se tornando cada vez mais qualificadas e abrangentes.

Especialistas dizem em coro que a disrupção depende da criatividade e da capacidade de sair da zona de conforto, confrontando estratégias estabelecidas e arriscando novas ações. Ou seja, mesmo em dimensões menores, qualquer empresa ou profissional pode implementar ações disruptivas que – se não vão mudar todo um mercado – vão ajudar a tornar as estratégias empresariais mais eficazes.

Para o Marketing, ações disruptiivas podem acontecer em projetos visuais ousados, utilização de novas ferramentas de comunicação, produção de vídeos segmentados, utilização de conteúdo de qualidade e focado no público-alvo.

Mas nenhuma dessas ferramentas é novidade, você deve estar pensando.

Realmente, a novidade será a capacidade de empresas e sobretudo pessoas de utiliza-las de forma criativa, tornando a comunicação mais engajada, que fale com as pessoas olho no olho, que foque em seus valores e em suas emoções.

Ás vezes, para ser disruptivo basta um pouco imaginação e ousadia.

Vamos falar de Inboud Marketing ?

Cada vez mais relevante nas ações de marketing do mercado brasileiro o Inboud Marketing nada mais é do que uma forma de atrair e fidelizar os clientes. Em tradução livre quer dizer “marketing de atração”.

Ou seja, ao invés de dispensar recursos e energia para ir atrás dos clientes, com o marketing de atração empresas e marcas procuram despertar o interesse das pessoas por meio de conteúdo de qualidade.

Para que o as ações de Inboud Marketing sejam eficazes, o conteúdo produzido deve ser relevante para o público que se quer alcançar. Para tanto, é necessário entender quais os interesses desse público, suas preferências e anseios.

Esse conteúdo pode ser produzido dentro de “casa”, por profissionais que entendam do riscado, e publicado em sites e blogs proprietários. Mas ele também pode ser produzido por publishers e publicado em blogs especializados e segmentados.

Quer dizer, se uma empresa deseja, por exemplo, aumentar suas vendas de vinho rosé no verão, uma boa matéria em um blog especializado em bebidas falando sobre suas propriedades refrescantes, dando dicas de harmonização e contando um pouco de sua história pode incentivar o consumidor a trocar “aquela cervejinha” por uma boa taça de rosé.

Hoje há uma diversidade enorme de blogs segmentados de qualidade, com conteúdo otimizado e que geram um excelente trafego.

Ou seja, além de conhecer seu público-alvo, conhecer quem fala com eles com propriedade e eficiência é fundamental para uma boa estratégia de Inboud Marketing para empresas e marcas.

 

Quais são as tendências no mundo digital em 2017 ?

O Spider.Blog preparou uma compilação do que pode ser tendência no mundo digital segundo especialistas e empresas de consultoria e pesquisa, que afirmam que muitas das tecnologias em voga em 2016 terão seu uso ampliado neste ano.

Confira!

Tendências para 2017

Internet das Coisas:a interação e sinergia entre devices aumentarão ainda mais as interfaces de distribuição de conteúdo.

Microinfluenciadores: serão valorizados influenciadores que possuem uma média de seguidores menor, mas qualificada.

Chatbots: os sistemas de inteligência artificial utilizados para interagir com humanos devem ser aperfeiçoados.

Data Insight: profissionais de marketing e comunicação começam a perceber que podem extrair informações de aplicativos como o Waze e Google Maps,

Realidade Aumentada: aumenta a importância da interação entre espaços real e virtual.

Vídeo First: termo publicado em 2016 por Mark Zuckerberg para anunciar os números de consumo de vídeos nas plataformas: terá um peso grande na comunicação em social media.

Realidade Mista: a junção de Realidade Aumentada e Virtual e Internet das Coisas, deve gerar um ambiente relevante para as marcas e profissionais de marketing.

Big data: será utilizada para entender o consumidor e assim melhorar a performance de mídia e a produção do conteúdo.

Marketing de conteúdo: deve se destacar em blogs e outras mídias sociais.

Mobile marketing: versão móvel alternativa de um site ou web design responsivo para proporcionar uma experiência positiva para os usuários em um dispositivo móvel.

“Concentre-se em aprender e não em acreditar”

Essa famosa frase do cientista Albert Einstein (Concentre-se em aprender e não em acreditar) é muito bem-vinda quando chegamos ao fim de um ano: época em que analisamos o que passou e planejamos o que virá.

Pensando nisso, que, apesar de acreditar ser importante, aprender é fundamental, o Spider.Blog preparou uma breve retrospectiva dos principais acontecimentos no mercado em 2016.

Entendendo o que passou, certamente conseguiremos enfrentar os desafios que nos aguardam!

Que venha 2017!

Breve retrospectiva de 2016

● As agências buscaram novas fontes de receita, focando esforços em tecnologia, dados, e-commerce e conteúdo.

● A TV buscou estar cada vez mais conectada com a web.

● O YouTube foi uma das das plataformas que ganhou mais destaque: 85 milhões de brasileiros assistem a vídeos online e 82 milhões destes são através do YouTube.

● Youtubres : cinco das dez celebridades mais influentes entre os adolescentes brasileiros são youtubers.

● Notícias falsas chamaram mais atenção do que fatos reais e colocou na pauta a responsabilidade das plataformas na distribuição de notícias.

●. As principais aquisições — Time Warner pela AT&T; LinkedIn pela Microsoft; e Yahoo pela Verizon mostram uma migração da infraestrutura para conteúdo e a força das mídias sociais.

●Snapchat: a plataforma atingiu a marca de 150 milhões de usuários ativos, além de ter chamado a atenção de publishers e marcas interessadas em se comunicar com millennials.

●O Facebook assumiu erros no cálculo de métricas e prometeu construir novas diretrizes de mensuração e audiência.

● O fenômeno “Pokémon Go” expôs o uso da realidade aumentada em jogos e aplicativos.

● O branded content, e live marketing estão e devem continua em alta.

Troca-se um CPF por um desconto !

Você compartilha dados pessoais em troca de descontos e ofertas ou informações e novidades sobre um produto? Se respondeu sim, você não está sozinho.

Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Meio e Mensagem mostrou que quase 90% dos entrevistados mostraram-se dispostos a revelar seus dados, desde que em contrapartida recebam vantagens como descontos e ofertas exclusivas, ou pontos em programas de fidelidade. Em 2013, apenas 39% dos inquiridos admitiam essa troca.

Idade ou classe também não é mais um empecilho. Ainda segundo o estudo, brasileiros de todas as gerações são receptivos ao compartilhamento de informações e não somente os mais jovens.

Informações e novidades sobre produtos e serviços e sugestões baseadas em gostos pessoais, também são bem-vindas.

Segundo analistas, o consumidor já está maduro e se sente seguro para compartilhar CPF ou dados pessoais e sabe que a empresa os usará de alguma forma.

Se houver uma contrapartida no compartilhamento de dados, os consumidores respondem: por que não?